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Desenhados
e gravados por Eugéne Mouchon, tendo a moldura do retrato do
soberano, dois escudos reais nos cantos superiores, um ramo de
louro no canto inferior esquerdo, e um ramo de carvalho no canto
inferior direito, simbolizando assim, a realeza, a glória e a
força. Tipografados na Casa da Moeda em folhas de 28 ou 150
selos, de papel levemente pontinhado em losangos, e com denteado
11,5 sendo o valor a vermelho no 500 reis preto, e a preto nos
restantes. Por proposta do Director da Casa da Moeda,
Conselheiro Augusto José da Cunha, pela primeira vez se
utilizou o mesmo cunho para todos os selos da série emitida,
sendo a taxa obtida por segunda impressão. Seguia-se assim o
exemplo da Áustria nas suas emissões de 1883 1890/1902, e da
França nas suas emissões de 1876/1900. Foram emitidos
225.745.000 selos de 2,5 reis cinzento, 161.318.400 selos de 5
reis laranja, 49.988.900 selos de 10 reis verde claro, 1.475.300
selos de 15 reis castanho, 13.891.300 selos de 20 reis violeta,
58.150.000 selos de 25 reis verde azulado, 11.290.000 selos de
50 reis azul, 3.936.000 selos de 75 reis rosa, 2.097.000 selos
de 80 reis lilás, 6.090.000 selos de 100 reis azul escuro sobre
azul, 412.000 selos de 150 reis castanho sobre creme, 2.840.000
selos de 200 reis violeta sobre rosa, 890.000 selos de 300 reis
azul sobre rosa, e finalmente 618.000 selos de 500 reis preto
sobre azul (uma pequena percentagem de selos desta última taxa
foram picotados em denteado 12,5).
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