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Reduzida
a franquia dos jornais, de 5 para 2,5 reis, estudou-se um novo
selo, que pelo grande consumo previsto, deveria ser emitido mais
economicamente do que os até então impressos em relevo. Assim,
foi este o primeiro selo do Continente Português, impresso sem
relevo e pelo sistema tipográfico. O desenho e a gravura são
da autoria de Eudócio César de Azedo Gneco, gravador da Casa
da Moeda. Em 1876 foram emitidos 98.327.064 em papel liso fino
ou médio com denteados 12,5 e 13,5 em folhas de 28 selos, em
1886 foram emitidos 4.650.000 em papel liso fino ou médio com
denteado 11,5 em folhas de 150 selos, em 1887 foram emitidos
113.550.000 em papel porcelana com denteado 11,5 em folhas de
150 selos, e finalmente em 1894 foram emitidos 18.886.000 em
papel pontinhado em losangos com denteado 11,5 em folhas de 150
selos, atingindo 235.413.064 selos, o total desta emissão.
Foram reimpressos em 1885 e 1905.
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