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Propôs
o Administrador Geral dos CTT em 1937, um selo especial de
homenagem e propaganda à Mocidade Portuguesa, proposta com que
o Ministro concordou, manifestando o desejo de que outro selo
fosse dedicado á Legião Portuguesa. Executados os respectivos
desenhos, estiveram estes parados na Junta Nacional de Educação
até 1939, data em que aprovado o desenho “Legião” de
autoria de António Lima, rejeitaram o desenho “Mocidade”. A
gravura “Legião” é de Gustavo Almeida Araújo e a impressão
tipográfica feita na Casa da Moeda sobre papel liso, em folhas
de 100 selos com denteado 11,5. Foram emitidos 3.200.000 selos
de $05 amarelo ocra, 2.000.000 de selos de $10 violeta,
6.000.000 de selos de $15 azul claro, 2.000.000 de selos de $25
castanho, 20.000.000 de selos de $40 verde, 800.000 selos de $80
verde amarelo, 800.000 selos de 1$00 carmim, e 1.400.000 selos
de l$75 azul. Circularam de 27 de Janeiro de 1940 a 1 de Outubro
de 1945.
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LEGIÃO
PORTUGUESA. Formação patriótica de voluntários, nascida
espontaneamente do instinto colectivo de defesa contra os inimigos
da Pátria e da Ordem Social, dentro do ambiente e da mística
criados pelo Estado Novo. Reconhecida e disciplinada por decreto
de 30 de Setembro de 1936, destina-se essencialmente a preparar a
resistência moral do país, integrando-a no conceito da Nação
Armada. Contava em Março de 1938 com um efectivo de 70.000 homens
de todas as camadas sociais. Promove a Legião Portuguesa, a educação
e a mentalização nacionalista e cristã dos filiados, segundo a
mais ampla concepção da trilogia: Deus, Pátria e Família. A
par desta tarefa cultural e espiritual dedica-se igualmente à
assistência, previdência e enfermagem, com a colaboração das
“Organizações Legionárias Femininas”.
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