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Desenho alegórico de Álvaro Duarte de
Almeida, que ao querer representar o caduceu (vara delgada e
lisa, terminada em duas asas e rodeada por duas serpentes),
emblema da medicina, mais representou o emblema de farmácia
(cobra enroscada no pé duma taça). Impressos na Imprensa
Nacional de Lisboa pelo processo zincogravado sobre papel liso,
em folhas de 100 selos. A gomagem e o denteado 11,5 foram feitos
na Casa da Moeda. Emitidos 4.050.000 selos de 25 centavos azul
claro. Circularam de 24 de Julho de 1937 a 1 de Outubro de 1945.
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ESCOLAS MEDICO-CIRURGICAS DE LISBOA E PORTO. No Porto, o ensino
cirúrgico vinha do velho Hospital de D. Lopo (Misericórdia)
fundado em 1605 e continuou-se no Hospital de Santo António que o
substituiu em 1770, e onde em reduzidas dependências se instalara
uma Escola de Cirurgia, antecessora da Escola Régia de Cirurgia
fundada em 1825. Por decreto de 29 de Dezembro de 1836, deu Passos
Manuel, nova organização às Escolas de Cirurgia de Lisboa e
Porto que passariam a denominar-se Escolas Médico-Cirurgicas de
Lisboa e Porto, e mais tarde, Faculdade de Medicina da nova
Universidade do Porto (1911). Em Lisboa, sucedera ao curso
referido, a Escola Régia de Cirurgia (Hospital de S. José),
criada naquele ano de 1825, juntamente com a do Porto, hoje
também Faculdade de Medicina, como fora Escola Médico-Cirurgica
(1911 e 1836). Nasceram a par, as duas Escolas, lisbonense e
portuense por iniciativa de Teodoro Ferreira de Aguiar,
cirurgião-mor. A criação destas Escolas, foi um passo enorme na
evolução da Cirurgia e da Anatomia em Portugal.
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