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Por
motivos de ordem económica, e ainda pelo descrédito que era
para a nossa casa impressora, recorrermos a uma firma
estrangeira para a impressão dos nossos selos-base, concordou o
Governo em que os mesmos passassem a ser novamente impressos na
Casa da Moeda que adquirira novas máquinas. A anterior gravura
de José de Carvalho e Silva, foi retocada pelo gravador Arnaldo
Fragoso, e a impressão tipográfica em papel pontinhado em
losangos, feita em folhas de 100 selos com denteado 12x11,5.
Foram emitidos 3.123.800 selos de $04 laranja, 7.134.400 selos
de $05 chocolate, 1.000.000 de selos de $06 castanho vermelho,
5.221.000 selos de $10 vermelho, 12.604.800 selos de $15 preto,
5.000.000 de selos de $25 cinzento, 2.092.700 selos de $25 verde
escuro, 800.000 selos de $32 verde escuro, 44.698.900 selos de
$40 verde esmeralda, 400.000 selos de $50 bistre, 1.000.000 de
selos de $50 laranja vermelho, 1.046.800 selos de $75 carmim,
2.031.000 selos de $80 verde escuro, 1.543.000 selos de 1$00 lilás
vermelho, 560.400 selos de 1$20 castanho, 3.000.200 selos de
1$25 azul escuro, 500.000 selos de 2$00 roxo, e 500.800 selos de
4$50 amarelo claro. As emissões “Ceres” foram retiradas de
circulação em 1 de Outubro de 1945, tendo circulado durante 30 anos.
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