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Desenhados
por Francisco de Borja Freire que também abriu os cunhos, foram
impressos um a um em folhas de 24 exemplares, dispostos
irregularmente e não denteados, utilizando-se papel liso fino,
médio e espesso. Foi este o último trabalho do artista, autor
de todos os selos portugueses emitidos até esta data. É
interessante notar, que sendo Borja Freire gravador de moedas,
nos seus selos respeitou sempre a regra numismática, de virar a
efígie do monarca para o lado contrário ao do seu antecessor.
Foram utilizados dois cunhos com o 5 reis castanho para uma
tiragem de 18.621.600 selos, um cunho com o 10 reis amarelo
laranja para uma tiragem de 2.192.400 selos, sete cunhos, com o
25 reis carmim rosa para uma tiragem de 32.833.200 selos, um
cunho com o 50 reis verde azul para uma tiragem de 411.600
selos, e um cunho com o 100 reis lilás para uma tiragem de
451.200 selos. Os cunhos do 5 reis identificam-se pelo
afastamento do “5” em relação a “Reis” e os do 25 reis
identificam-se por diferenças no entrançado da burilagem.
Foram reimpressos em 1885 e 1905.
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